Part of the Cotecna Group

Ralstonia solanacearum e maria-pretinha

file_20180718161208551
Ver ampliada

Colônias de Ralstonia solanacearum, cor vermelha e halo creme, em meio de cultura TTC (triphenyl tetrazolium chloride), agente causal da Murcha Bacteriana em solanáceas, sendo considerada uma das doenças mais importantes para a cultura do tomateiro e do tabaco.

Colônias de Ralstonia solanacearum, cor vermelha e halo creme, em meio de cultura TTC (triphenyl tetrazolium chloride), agente causal da Murcha Bacteriana em solanáceas, sendo considerada uma das doenças mais importantes para a cultura do tomateiro e do tabaco.



Colônias de Ralstonia solanacearum, cor vermelha e halo creme, em meio de cultura TTC (triphenyl tetrazolium chloride), agente causal da Murcha Bacteriana em solanáceas, sendo considerada uma das doenças mais importantes para a cultura do tomateiro e do tabaco.



Colônias de Ralstonia solanacearum, cor vermelha e halo creme, em meio de cultura TTC (triphenyl tetrazolium chloride), agente causal da Murcha Bacteriana em solanáceas, sendo considerada uma das doenças mais importantes para a cultura do tomateiro e do tabaco.



Flores, frutos e folhas de maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha, hospedeira de Ralstonia solanacearum; 29°16'06.3"S 49°40'25.3"W, Bellatorres, Passo de Torres, SC, 16 jul.2018.



Flores, frutos e folhas de maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha, hospedeira de Ralstonia solanacearum; 29°16'06.3"S 49°40'25.3"W, Bellatorres, Passo de Torres, SC, 16 jul.2018.



Flores, frutos e folhas de maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha, hospedeira de Ralstonia solanacearum; 29°16'06.3"S 49°40'25.3"W, Bellatorres, Passo de Torres, SC, 16 jul.2018.



Frutos verdes (pretos quando maduros) de maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha, hospedeira de Ralstonia solanacearum; 29°16'06.3"S 49°40'25.3"W, Bellatorres, Passo de Torres, SC, 16 jul.2018.



Frutos verdes (pretos quando maduros) e flores de maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha, hospedeira de Ralstonia solanacearum; 29°16'06.3"S 49°40'25.3"W, Bellatorres, Passo de Torres, SC, 16 jul.2018.



Maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha, hospedeira de Ralstonia solanacearum; 29°16'06.3"S 49°40'25.3"W, Bellatorres, Passo de Torres, SC, 16 jul.2018.



Maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha, hospedeira de Ralstonia solanacearum; 29°16'06.3"S 49°40'25.3"W, Bellatorres, Passo de Torres, SC, 16 jul.2018.



Frutos verdes (pretos quando maduros) e flores de maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha, hospedeira de Ralstonia solanacearum; 29°16'06.3"S 49°40'25.3"W, Bellatorres, Passo de Torres, SC, 16 jul.2018.



Colônias de Ralstonia solanacearum, cor vermelha e halo creme, em meio de cultura TTC (triphenyl tetrazolium chloride), agente causal da Murcha Bacteriana em solanáceas, sendo considerada uma das doenças mais importantes para a cultura do tomateiro e do tabaco.



Colônias de Ralstonia solanacearum em meio de cultura TTC (triphenyl tetrazolium chloride), agente causal da Murcha Bacteriana em solanáceas, sendo considerada uma das doenças mais importantes para a cultura do tomateiro e do tabaco.

Esta bactéria tem muitos hospedeiros, fato que aumenta sua persistência nas lavouras. Um dos hospedeiros silvestres é a maria-pretinha, Solanum americanum, Solanaceae, erva daninha (Miranda et al., 2004; Wicker et al., 2005). Em trabalho de pesquisa (Miranda et al., 2004), R. solanacearum não induziu murcha, mas houve proliferação de raízes adventícias, sendo que a biovar 1, uma das formas de classificá-la, colonizou melhor esta espécie.

Referências:

Miranda, E. F. O.; Takatsu, A.; Uesugi, C. H. Colonização de raízes de plantas daninhas cultivadas in vitro e em vasos por Ralstonia solanacearum, biovares 1, 2 e 3. Fitopatol. bras.,  Brasília ,  v. 29, n. 2, p. 121-127,  Apr.  2004 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-41582004000200001&lng=en&nrm=iso>. Acesso em:18  jul.2018.  http://dx.doi.org/10.1590/S0100-41582004000200001.

Wicker, E., Grassart, L., Coranson-Beaudu, R., Mian, D., Guilbaud, C., Prior, P. 2005. Emergin strains of Ralstonia solanacearum in Martinique (French West Indies): A case study for epidemiology of bacterial wilt. Acta Hortic. :145–152.

*******

How to cite: Cardoza, Y. F.; Gomes, P. S. C. F.; Duarte, V. Colônias de Ralstonia solanacearum. Disponível em: http://www.agronomicabr.com.br/agriporticus/detalhe.aspx?id=760. Acesso em: 18 jul.2018.