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Destino das sementes de milho exportadas...

26 de janeiro de 2022

Conforme publicamos recentemente, o Brasil produz e exporta sementes de milho para vários países. Cada país tem suas exigências fitossanitárias particulares, pois as pragas têm distribuição heterogênea. A análsie de uma praga inexistente no Brasil não pode ser exigida por um país importador (regras do livre comércio).

Para ilustrar a atuação do Laboratório Agronômica, 117 amostras de sementes de milho foram recebidas nesta semana com requisito de análise fitossantária exigido para a exportação para a Venezuela. 

Os requisitos da Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) da Venezuela incluem a ausência de: 

Bactéria: Pseudomonas fuscovaginae    

Fungos: Fusarium sporotrichioides, Pyrenophora teres, Stenocarpella macrospora

Insetos: Cryptolestes ferrugineus, Cryptolestes pusillus

Sementes de plantas invasoras: Ambrosia artemisiifolia, Commelina benghalensis, Convolvulus arvensis, Persicaria maculosa (= Polygonum persicaria), Polygonum aviculare, Polygonum hydropiper, Raphanus raphanistrum, Solanum carolinense, Urochloa panicoides

Vírus: Maize chlorotic mottle virus (=Maize mottle virus

A análise de sementes de milho exige métodos validados, equipamentos, infraestrutura e pessoal qualificado. O Agronômica tem profissionais em todas as áreas (acarologia, bacteriologia, entomologia, herbologia, micologia, nematologia, virologia) necessários para atender os requisitos fitossanitários. Muitas técnicas exigem especialistas em áreas afins, como é o caso das técnicas moleculares (DNA, RNA). 

Os desafios para os exportadores de sementes são muitos e variados. Os do Agronômica também! Juntos, cada um fazendo sua parte, constituímos o que é denominado de AGRONEGÓCIO!