Métodos preconizados na legislação fitossanitária impactam importação de turfa!

08/02/2019


Cristiano Bohnen, Luiz Artur da Silva Wrasse, Valmir Duarte, Anderson L. Schaefer, Volnei C. Gutterres e Alex A. T. Rathke no Agronômica.

O Agronômica recebeu nesta sexta-feira, 08/02/2019, a visita dos senhores Cristiano Bohnen e Luiz Artur da Silva Wrasse, da Wrasse & Weide Assessoria e Consultoria Empresarial Ltda.; Anderson L. Schaefer e Volnei C. Gutterres, da Carolina Soil; e Alex A. T. Rathke, da Elite Contabilidade. Entre os assuntos, os métodos analíticos oficiais para determinação dos agentes patogênicos a plantas em substratos, estabelecido pela Instrução Normativa Nº 28, de 25 de setembro de 2009, e o seu impacto na importação de turfa foram discutidos. Os métodos preconizam o uso de iscas com maçã, cenoura e folhas de citros, plântulas de rabanete, feijão, para o isolamento de pragas estabelecidas na IN (Fusarium spp., Phytophthora spp., Rhizoctonia solani, Sclerotinia sclerotiorum), o que impede a liberação dos resultados em menos de 10 dias, causando prejuízo aos importadores de turfa. A possibilidade do uso de técnicas moleculares é viável e mais rápida. A mudança na legislação é o primeiro passo, mas deverá ser acompanhada de proposta de método molecular validado. 
 


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