Capacitación: Identificación taxonómica de Lobesia botrana

28/08/2018


Roque Danieli, SSV/Porto Alegre, Ricardo Ruben Lopez e Maria Victória Ciarla, SENASA/Argentina, os últimos dois são os instrutores do curso de "Capacitación: Identificación taxonómica de Lobesia botranae", e Valmir Duarte, Diretor do Agronômica.


O Dr. Jairo João Carbonari, Auditor Fiscal Federal Agropecuário, Chefe da Divisão de Defesa Agropecuária – DDA-RS, MAPA-RS, dando as boas-vindas aos colegas argentinos María Victoria Ciarla e Ricardo Ruben Lopez, SENASA, e aos participantes do curso.


Curso de capacitação na identificação taxonômica de Lobesia botrana. Porto Alegre, RS, 28/08/2018


María Victoria Ciarla, técnica do SENASA (Servicio Nacional de Sanidad y Calidad Agroalimentaria), Argentina, instrutora do curso de capacitação em identificação de Lobesia botrana. Porto Alegre, 28/08/2018.


Programa do Curso de Capacitação na Identificação Lobesia botrana, traça-da-uva, praga quarentenária ausente no Brasil.


Capacitación: Identificación taxonómica de Lobesia botrana


Capacitación: Identificación taxonómica de Lobesia botrana


Capacitación: Identificación taxonómica de Lobesia botrana

Iniciou hoje, terça-feira, no Auditório do prédio onde se localiza o Agronômica, o curso de capacitação para a identificação taxonômica de Lobesia botrana Denis & Schifferm (Lepidoptera: Tortricidae). Especialistas da Argentina, Ricardo Ruben Lopez e Maria Victória Ciarla, do SENASA, capacitarão técnicos do Brasil.

O Diretor do Agronômica, Valmir Duarte, deu as boas-vindas a todos e ressaltou a importância do curso dentro do cenário da "Segurança Alimentar", lembrando que o ano 2020 será o ano da "Saúde de Plantas", estabelecido pela FAO. O Dr. Jairo João Carbonari, Auditor Fiscal Federal Agropecuário, Chefe da Divisão de Defesa Agropecuária – DDA-RS, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA-RS, também deu as boas-vindas, agradeceu aos colegas argentinos pela disponibilidade e desejou excelente trabalho de capacitação nesta praga de tanto potencial de dano econômico.

O curso de capacitação faz parte do programa oficial do COSAVE para evitar a disseminação da traça-do-cacho da videira, registrada na Argentina e no Chile (Atacama, Coquimbo, Valparaíso, Bío Bío e La Araucanía), mas ausente no Brasil.

Lobesia botrana é nativa do sul da Itália. Pode ser encontrada no sul da Europa, norte da África, Anatólia e no Cáucaso. Recentemente foi introduzida no Japão, Chile e Argentina. As larvas alimentam-se principalmente das flores e frutos da videira (Vitis vinifera) e do louro-da-índia (Daphne gnidium), mas também foram registradas em várias outras plantas (Rubus fruticosus, Ribes, Olea europaea, Prunus avium, Prunus domestica, Actinidia chinensis, Punica granatum, etc.). L. botrana normalmente tem duas ou três gerações na Europa. As larvas se desenvolvem em 20 a 30 dias. As pupas hibernam dentro de um casulo de seda. Esta espécie é considerada uma das principais pragas de vinhedos em sua área nativa, já que as larvas se alimentam do interior das uvas, retiram-se e deixam excrementos.

Participantes:

1) Caio César Simão, SSV, MAPA, SC

2) Carmen S. Chamiço, ADAPAR, PR

3) Felipe Colares Batista, Agronômica, Unidade Foz do Iguaçu, PR

4) Glauco Antônio Teixeira, LANAGRO, Minas Gerais, MAPA

5) Maria da Glória Trindade, Laboratório Nacional Agropecuário, Goiás, MAPA 

6) Marla Maria Marchetti, Agronômica, Unidade São Borja, RS

7) Mariana da Silva Paula, DSV, Brasília, MAPA

8) José Eudes de Morais Oliveira, Embrapa/Petrolina

9) Roque Danieli, SSV, Porto Alegre, RS, MAPA

10) Thais da Costa Paula, Laboratório de Diagnóstico Fitossanitário - UFRRJ, Seropédica, RJ

11) Vânia Maria Ambrosi Sganzerla, Embrapa Uva e Vinho, Bento Gonçalves, RS

12) Vinícius Alves Ferreira, Agronômica, Porto Alegre, RS

13) Wilsimar Adriana de Almeida Peres Rissi, SSV, DDA, SFA/Paraná, MAPA

 
 


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