AGRONÔMICA E A PROTEÇÃO DE LAVOURAS DE CAFÉ EM RONDÔNIA COM A CERTIFICAÇÃO DAS MUDAS

06/02/2021


Figura 1. A = Corpo do juvenil de segundo estágio (J2), fase móvel, vermiforme, infectiva, medindo aproximadamente 400 µm; B = região anterior evidenciando o estilete delicado de 10 micrômetros aproximadamente, com disco labial pequeno e arredondado e cabeça não offset; b’ = nódulos basais do estilete arredondados; C = Cauda cônica com término hialino; c’ = Detalhe do término caudal (Eisenback, 1985).


Figura 2. Diagrama das formas e dimensões gerais do corpo de juvenis de segundo estágio (J2), machos e fêmeas, respectivamente, do gênero Meloidogyne (Eisenback, 1985).


Figura 3. Morfologia e anatomia macroscópica das regiões anterior e posterior do corpo de um nematóide juvenil de galhas de segundo estágio, conforme revelado por microscopia de luz (Eisenback, 1985).


Tabela 2 - Principais espécies de Meloidogyne associadas ao cafeeiro no Brasil e sua distribuição geográfica (Oliveira & Rosa, 2018).


Tabela 3 - Meloidoginoses em cafeeiro no Brasil (Oliveira & Rosa, 2018).

AGRONÔMICA E A PROTEÇÃO DE LAVOURAS DE CAFÉ EM RONDÔNIA COM A CERTIFICAÇÃO DAS MUDAS

Coutinho, R. R.; Santin, R. C. M; Pereira, W. V.; Dalbosco, M.; Duarte, V.

Porto Alegre, 06 de fevereiro de 2021.

O maior custo do substrato inerte justifica o uso de solo na produção de mudas de cafeeiro? O produtor não quer pagar mais por uma muda de qualidade? O preço do café não compensa o investimento? Os apreciadores de café não querem pagar um preço justo? Afinal, quem é o "culpado"?


A sanidade das lavouras de café depende de um diagnóstico assertivo realizado em laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura, com competência comprovada. Nesse sentido, o laboratório Agronômica vem contribuindo para a proteção das lavouras a partir da parceria com órgãos de fiscalização fitossanitária.

Rondônia é o segundo maior produtor de café robusta do Brasil (Espírito Santo, Rondônia e Bahia; Alves, 2020), com classificação de destaque em vários concursos de qualidade do café. No último dia 20 (20/11/2020), por exemplo, a cafeicultura rondoniense despontou no ranking nacional, no concurso ‘Coffee of The Year 2020 (COY)’, que reúne os melhores cafés do Brasil (IDARON, 2020).

Ediana Capich, do sítio Santo Antônio, em Novo Horizonte do Oeste, foi premiada em primeiro lugar na categoria menção honrosa ‘Fermentação Induzida para Canéfora’. A vencedora ficou entre as finalistas com mais três mulheres e um indígena do Estado de Rondônia (IDARON, 2020).

Um orgulho para a agricultura da região, mas o que não pode ser ignorado é que destaques como esse só são possíveis porque o Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (IDARON), realiza um rigoroso trabalho de combate aos nematoides do gênero Meloidogyne, conhecido como nematoides de galhas, praga que pode ocasionar grande dano às lavouras de café e de outras culturas (IDARON, 2020).

A Instrução Normativa Federal do Mapa nº 35, de 29 de novembro de 2012, e a Portaria Estadual n° 558 de 1 de janeiro de 2016, estabelecem que amostras de raízes de café devem ser coletadas e analisadas em laboratório antes da comercialização, para verificar a presença de nematoides de galhas. Conforme consta na Portaria Estadual Idaron n° 558, caso o resultado das análises comprovar a presença do nematoide, as mudas devem ser imediatamente destruídas, uma vez que não existe ainda uma forma de controle do nematoide nas mudas. “Caso uma muda contaminada seja plantada, toda a lavoura será comprometida. O solo também poderá ser inviabilizado para a produção agrícola de várias culturas” (IDARON, 2020). 

O laboratório Agronômica se orgulha de auxiliar a IDARON no programa de certificação de mudas de cafeeiro que, desde o início da vigência da norma estadual até outubro de 2020, certificou cerca de 50 milhões de mudas produzidas no Estado de Rondônia, o que corresponde a cerca de 16 mil hectares de lavoura plantada ou renovada com mudas sem nematoides, beneficiando centenas de famílias (IDARON, 2020).

O serviço prestado pelo Agronômica também sofre pressão dos viveiristas e responsáveis técnicos. As detecções de Meloidogyne spp. condenam as mudas, como foi mencionado acima. O Agronômica julga legítimos os questionamentos e, dentro do possível, mostra-se sempre transparente, informando os resultados, mostrando as evidências e justificando detalhes das identificações.

ANTES O PROBLEMA NÃO EXISTIA!


Um dos questionamentos é que o problema não ocorria em amostras de solo e raízes de mudas de cafeeiro nos anos anteriores. Se examinarmos os resultados dos últimos três anos, verifica-se que a presença de Meloidogyne spp. neste tipo de material sempre ocorreu. O fato é que passaram de 0,8 para 5% (Tabela 1). 

Tabela 1. Número de amostras de solo e raízes processadas para detecção de Meloidogyne spp. em mudas de cafeeiro durante 2018-2020, enviadas pela IDARON.

Ano

Amostras

Processadas

Detectadas

%

2018

1294

11

0,8

2019

1000

32

3,2

2020

1238

62

5,0


Talvez o fator mais relevante no aumento da incidência de nematoides nas amostras dos viveiros do Estado de Rondônia seja reflexo de uma flexibilização pelos próprios produtores. O canteiro suspenso e o uso de tubetes com substratos inertes eram obrigatórios na portaria e o setor solicitou que fosse retirado, porque iria ficar muito caro fazer esse trabalho. Se o viveirista coletar terra para o substrato em locais de lavouras antigas onde o nematoide esteja presente, é importante uma amostragem do substrato de cada local. Essa obrigatoriedade de analisar o solo também foi retirada da portaria por pressão do setor (Silvestre, 2020).

QUAIS AS EVIDÊNCIAS DO NEMATOIDE SER MESMO DO GÊNERO Meloidogyne?


Em reportagem para o Canal Rural (Silvestre, 2020), a engenheira agrônoma Raquel Schmidt questiona o fato de as análises serem feitas apenas pela IDARON. “A gente sabe que essas análises são passíveis de erros. São pessoas que fazem elas. É possível que tenha um erro de laboratório, um erro de coleta ou alguma coisa que possa influenciar nesse resultado”, defende. 

As amostras coletadas pela IDARON são analisadas por laboratórios que possuem um sistema de gestão da qualidade baseado na ISO 17025. Esse credenciamento garante que as amostras tenham um rigoroso processo de análise e rastreabilidade, com o registro dos espécimes encontrados através de imagens e/ou lâminas permanentes. Os órgãos competentes (IDARON, MAPA) podem solicitar o envio do material para ser comprovado em outros laboratórios.

Os nematoides de galhas são endoparasitas sedentários, do gênero Meloidogyne, obrigatórios de plantas. O gênero consiste em mais de 90 espécies que parasitam mais de 2.000 espécies de plantas (De Waele & Davide, 1998).  Em pesquisa realizada mundialmente no ano de 2013 com 225 nematologistas sobre quais são os gêneros de nematoides mais importantes, Meloidogyne foi o mais citado, seguido de Heterodera e Globodera, em  segundo, e Pratylenchus em terceiro (Oliveira et al., 2016). Sendo o gênero mais importante, Meloidogyne também é o mais estudado e com mais informação a respeito, facilitando a sua identificação.

O ciclo de vida das espécies de Meloidogyne tem início com os ovos depositados em massas gelatinosas, os quais sobrevivem no solo ou em resíduos vegetais. A fêmea produz em média 500 ovos. O primeiro estágio juvenil (J1) emerge do ovo e, após a primeira muda, dá origem ao juvenil infeccioso de segundo estágio (J2). O juvenil (J2) move-se em direção às raízes e penetra nas pontas das raízes de hospedeiros suscetíveis. Ele migra pela raiz e estabelece locais de alimentação (conhecidos como células gigantes) nas células do parênquima vascular por meio da injeção de substâncias secretadas por suas glândulas esofágicas. O nematoide então ingere o conteúdo citoplasmático de células gigantes, atuando como um dreno metabólico que desvia nutrientes da planta para o nematóide. As secreções de secreções de nematoides culminam em hipertrofia e hiperplasia das células, geralmente acompanhadas de alargamento das raízes com formação de galhas. Durante o processo, J2 aumenta de largura e sofre muda para o terceiro estágio juvenil (J3), quarto estágio juvenil (J4) e finalmente para o estágio adulto masculino ou feminino. Os machos podem ocorrer em espécies partenogenéticas, normalmente durante condições adversas, quando os nutrientes são limitados ou onde as densidades populacionais são altas (De Waele & Davide, 1998).

O desenvolvimento e a duração do ciclo de vida dependem das espécies hospedeiras e de fatores ambientais. O ciclo médio é de quatro a seis semanas (De Waele & Davide, 1998).

Características do J2 (estágio encontrado nas mudas de café). O juvenil de segundo estágio (J2), infeccioso, é vermiforme, anulado e varia em comprimento de 250 a 600 µm; a estrutura da cabeça é como nos machos, mas muito menor e com uma estrutura cefálica fracamente esclerotizada (De Waele & Davide, 1998).

DISCO LABIAL. O disco labial é pequeno e arredondado nos juvenis de segundo estágio, grande e arredondado nos machos e pequeno e retangular nas fêmeas (Eisenback, 1985).

POR QUE O NEMATOIDE PODE ESTAR AUSENTE NUM LOTE DE MUDAS E PRESENTE EM OUTROS?


USO DE SUBSTRATO COM COMPONENTES CONTAMINADOS

Por se tratar de cultura perene, falhas na formação da lavoura poderão ocasionar consequências maléficas por toda a vida da cultura. Assim, a produção de mudas é uma das principais fases da cultura do cafeeiro, havendo a opção de se produzir em tubetes de polietileno rígido ou em saquinhos de polietileno; nesse último, utiliza-se solo como substrato. Todavia, a presença de nematoides, fungos de solo e sementes de plantas invasoras obrigam o viveirista a utilizar produtos esterilizantes de solo (Miranda, 2005; Miranda et al., 2006). Aí está uma das possíveis causas da variação nos resultados das análises. O uso de solo exige um controle muito grande e o risco sempre existe. Mesmo usando solo de maior profundidade, os nematoides podem ser levados pela percolação da água e atingir camadas mais profundas. Portanto, se o solo utilizado não for tratado para a eliminação de nematoides, não haverá garantia que não esteja contaminado.

Existem opções para o tratamento do solo, tais como solarização, tratamento químico, autoclave, fogo (Hemmati & Saeedizadeh, 2020; Miranda, 2005; ), mas o uso de substrato inerte, sem solo, é a forma mais segura (Coelho et al., 2018; Meneghelli et al., 2017; Silva et al., 2013).

O canteiro suspenso e o uso de tubetes com substratos inertes estavam como obrigatórios na portaria e o setor solicitou que fossem retiradas essas exigências, porque iria ficar muito caro fazer esse trabalho. Se o viveirista coletar terra para o substrato em locais de lavouras antigas onde o nematoide esteja presente, é importante que se faça uma amostragem do substrato deste local. Essa obrigatoriedade de analisar o solo também foi retirada da portaria por pressão do setor (Silvestre, 2020).

ÁGUA DE IRRIGAÇÃO

Mesmo que as mudas sejam produzidas em tubetes em canteiros suspensos, ainda pode haver contaminação dessas mudas. Os nematoides podem ser veiculados pela água de irrigação (Lordello, 1964). Portanto, o produtor também deve realizar uma análise da água de irrigação para confirmação de ausência desses nematoides, devendo essa análise ser feita periodicamente. 

COMO COLETAR AS AMOSTRAS E ENVIAR PARA O AGRONÔMICA?


No caso do Estado de Rondônia, a IDARON organizou o GUIA DO VIVEIRISTA DE MUDAS DE CAFÉ (Parmejiani et al., 2016). Há orientações sobre  Implantação do Viveiro de Café (item 3), Requisitos Fitossanitários Obrigatórios (item 3.1) e Requisitos Fitossanitários Recomendáveis (item 3.2). 

No item 4,  estabelece os requisitos para a GARANTIA DA SANIDADE DAS MUDAS DE CAFÉ, como segue:

Além de atender aos requisitos fitossanitários, o viveirista precisa garantir a qualidade sanitária da muda de café produzida. A garantia é essencial para que a pessoa que está adquirindo a muda possa fazer um bom investimento. Por isso, alguns controles precisam ser adotados:

- Uso de substrato isento de nematoides;
- Análise da água de irrigação para confirmação de ausência de nematoides;
- Tratamento de germinadores, bandejas, tubetes, equipamentos, etc.
- Análise laboratorial das mudas para detecção de Meloidogyne spp.

No item 4.1, estabelece os requisitos para a ANÁLISE PARA DETECÇÃO DE Meloidogyne spp.:
- Devem ser realizadas, obrigatoriamente:
- Em laboratório oficial ou credenciado, pertencente à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA);
- Com antecedência mínima de 15 dias antes da comercialização; 
- Pelo técnico do viveiro (Engenheiro Agrônomo) habilitado para a emissão de CFO para nematoides em cafeeiro; 
- Acompanhadas pela IDARON com agendamento de data e hora da coleta com no mínimo, dez dias de antecedência; 
- Através de metodologia estabelecida criteriosamente, atendendo os procedimentos de intensidade amostral dos lotes; 
- Coletas de mudas que apresentam ao menos dois pares de folhas;
- Manutenção por, até 6 meses, dos documentos de remessa ao laboratório.

No item 4.2, estabelece a METODOLOGIA DE COLETA DE AMOSTRAS
- A totalidade das mudas do viveiro deverá ser dividida em parcelas de, no máximo, 200.000 mudas.
- As mudas dos lotes amostrados devem estar com, ao menos, dois pares de folhas.

Certas medidas podem ser exploradas a fim de garantir a sanidade das mudas e assim evitar com que os nematoides sejam disseminados nos campos cafeeiros (Parmejiani et al., 2016), tais como:
- Uso de substrato isento de nematoides.
- Análise da água de irrigação para confirmação de ausência de nematoides. 
- Tratamento de germinadores, bandejas, tubetes, equipamentos, etc..
- Análise laboratorial das mudas para detecção de Meloidogyne spp.

É HORA DE MUDAR?


Sabendo da diminuição dos riscos de contaminação das mudas com o uso dos tubetes suspensos produzidos com substratos inertes, não seria hora de aplicar essa prática? Será que o custo da implantação dessa atividade é maior que as perdas que os nematoides têm causado nos viveiros? 

O aumento do número de amostras infectadas ao longo dos anos pode estar relacionada ao aumento do número de viveiristas inexperientes?
Uma análise crítica deve ser feita em todo processo produtivo das mudas de café, assim, os órgãos fiscalizadores e responsáveis técnicos e/ou Eng. Agrônomos,  estarão dando um passo em direção à solução do problema. 

CONCLUSÕES


1. Mudas de cafeeiro livres de Meloidogyne spp. e outras pragas é a pedra angular para a produção sustentável de café;

2. O Agronômica conta com pessoal especializado, atende às exigências da Norma ISO 17025, é acreditado pelo Inmetro e credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e garante os resultados de análises para a detecção de espécimes de Meloidogyne spp. em solo e raízes de mudas de cafeeiro;

3. O diagnóstico preciso de Meloidogyne spp. garante a proteção das lavouras de café em Rondônia, sendo estratégico para viveiristas, produtores e consumidores.

Referências:


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