Brazilian pusley (Richardia brasiliensis)
07/01/2019

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Poaia-branca, Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), inflorescência terminal tricótoma, encontrada junto ao Riacho Ipiranga, Porto Alegre, RS.


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Flores característica de poaia-branca (5-6 pétalas), Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), encontrada junto ao Riacho Ipiranga, Porto Alegre, RS; flores com cálice com 5-6 lobos lanceolados, verdes e pilosos, e corola tubulosa com seis lobos agudos, de coloração branca.


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Flores característica de poaia-branca (5-6 pétalas), Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), encontrada junto ao Riacho Ipiranga, Porto Alegre, RS; flores com cálice com 5-6 lobos lanceolados, verdes e pilosos, e corola tubulosa com seis lobos agudos, de coloração branca.


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Ramo cilíndrico e hirsuto (com pilosidade) de poaia-branca, Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), encontrada junto ao Riacho Ipiranga, Porto Alegre, RS, dezembro 2018.


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Estípulas interpeciolares fimbriadas de poaia-branca, Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), encontrada junto ao Riacho Ipiranga, Porto Alegre, RS, dezembro 2018.


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Face adaxial de folha de poaia-branca, Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), encontrada junto ao Riacho Ipiranga, Porto Alegre, RS, dezembro 2018.


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Face abaxial de folha com intensa pubescência e nervuras bem destacadas e visíveis de poaia-branca, Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), encontrada junto ao Riacho Ipiranga, Porto Alegre, RS, dezembro 2018.



Detalhes de poaia-branca, Richardia brasiliensis Gomes (Rubiaceae), encontrada junto ao Riacho Ipiranga, Porto Alegre, RS, em dezembro de 2018. Esta planta invasora e aromática, da mesma família botânica do cafeeiro, é nativa da América do Sul, com ocorrência desde a Região dos Andes até a costa oriental, sendo comum na Argentina, Paraguai e Uruguai. No Brasil, onde é amplamente distribuída, é comumente observada em áreas agrícolas dos estados do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, apresentando grande importância econômica devido a sua grande capacidade de competição com plantas cultivadas, especialmente no início do ciclo de culturas anuais de verão.

Referências

Borges, R.; Jardim, J.G.; Rogue, N.  Rubiaceae na Serra Geral de Licínio de Almeida, Bahia, Brasil. Rodriguésia, 68(2): 581-621, 2017.

Embrapa Milho e Sorgo. Poaia-branca (Richardia brasiliensis). Disponível em: <http://panorama.cnpms.embrapa.br/plantas-daninhas/identificacao/folhas-largas/poaia-branca-richardia-brasiliensis>. Acesso em: 07 jan.2018.

Lorenzi, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional. Instituto Plantarum, 7. ed., 2014.

Pereira, J.F. A família Rubiacea Juss. na vegetação ripária de um trecho do Alto Rio Paraná, Brasil, com ênfase na tribo Spermacocea. Dissertação (mestrado em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais)- Universidade Estadual de Maringá, Dep. de Biologia, 2007.

Silva, P. K. Richardia brasiliensis. Disponível em: <http://www.defesavegetal.net/rchbr>. Acesso em: 07 jan.2018.

Wanderley, M.G.L.; Shepherd, G.J.; Melhem, T.S.; GiuliettI, A.M.  Flora fanerogâmica do estado do São Paulo. v.5. São Paulo: FAPESP,  2007. 523p.

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How to cite: Lorenset, M. S. Brazilian pusley (Richardia brasiliensis). Agriporticus. Disponível em: <http://www.agronomicabr.com.br/agriporticus/detalhe.aspx?id=824>. Acesso em: 07 jan.2019. (Atualize a data de acesso.)

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